terça-feira, 28 de outubro de 2014

História da matemática

A história da matemática é uma área de estudo dedicada à investigação sobre a origem das descobertas da matemática e, em uma menor extensão, à investigação dos métodos matemáticos e aos registros ou notações matemáticas do passado.
Anteriormente à modernidade e à expansão mundial do conhecimento, os exemplos escritos de novos progressos matemáticos tornaram-se conhecidos em apenas poucas localidades. Os textos matemáticos mais arcaicos disponíveis que nos são conhecidos são o Plimpton 322 (matemática babilônica, cerca de 1900 a.C.) , o Papiro Matemático de Rhind (matemática egípcia, cerca de 2000-1800 a.C.) e o Papiro Matemático de Moscou (matemática egípcia, cerca de 1890 a.C.). Todos estes textos versam sobre o então chamado Teorema de Pitágoras, que parece ser o progresso matemático mais amplamente difundido depois da aritmética básica e da geometria.
A contribuição greco-helênica refinou grandiosamente os métodos (especialmente através da introdução do raciocínio dedutivo e do rigor matemático em provas) e expandiu o tema da matemática, isto é, aquilo de que ela trata. O estudo da matemática como um tópico em si mesmo começa no século VI a.C. com os pitagóricos, os quais cunharam o termo "matemática" a partir do termo μάθημα (mathema) do grego antigo, significando, então, "tema do esclarecimento". A matemática chinesa fez contribuições já muito cedo, incluindo o sistema de notação posicional . O sistema númerico indo-arábico e as regras para o uso de suas operações, atualmente em uso no mundo todo, foi provavelmente desenvolvido em torno do ano 1000 d.C. na Índia e transmitido ao Ocidente através da matemática islâmica. A matemática islâmica, por sua vez, desenvolveu e expandiu a matemática conhecida destas civilizações . Muitos textos gregos e árabes sobre matemática foram então traduzidos ao latim, o que contribuiu com o desenvolvimento da matemática na Europa medieval.
Dos tempos antigos à Idade Média, a eclosão da criatividade matemática foi frequentemente seguida por séculos de estagnação. Começando no Renascimento, no século XVI, novos progressos da matemática, interagindo com as novas descobertas científicas, foram realizados de forma crescente, continuando assim até os dias de hoje.

Poesia

O CORVO *
(de Edgar Allan Poe)

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.

Isso só e nada mais.
Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!

Fernando Pessoa
Hoje trago a vocês os 5 esportes mais perigosos do mundo
1 - Base Jump : É um pássaro, avião… ? No Base Jump, o pára-quedista se arremessa de lugares inusitados (edifícios, antenas, penhascos, etc) com nada mais que um pára-quedas. Os riscos são : a abertura atrasada do pára-quedas (devido a baixa altura dos picos que os saltos são realizados) ou então o choque com algum objeto/estrutura. De acordo com estatísticas, de 5 a 15 pessoas morrem por ano praticando o esporte (média baixa, vai…).
2 - Heliski : Mesmo as cenas de Ski mais radicais do filme James Bond não são NADA perto do que os Heli-skiers fazem. Os Heli-skiers são levados por helicópteros até o topo de montanhas muitas vezes ”virgens”, saltam dos helicópteros e “botam” pra baixo nas montanhas. Os riscos são as avalanches, mudanças de tempo deixando-os “encalhados” ou até mesmo de algum acidente durante trajeto de helicóptero da base até o topo. Apesar de ser um esporte caro por seus acessórios e o transporte com helicóptero, o esporte possui muitos praticantes.
3 - Scuba Diving : O Mergulho com Cilindro pode não parecer tão perigoso, mas isso depende do modo praticado. Quando feito em altas profundidades e área de risco, torna-se o 3º esporte mais perigoso do mundo. A subida do mergulhador, se feita rapidamente, pode causar sérios problemas de descompressão na medula espinhal, cérebro e pulmões. Sem mencionar os tubarões famintos que podem passar por perto.
4 - Cave Diving : Mergulho em Cavernas. Problemas como a hipotermia, baixa visibilidade, perda de ar e falhas nas lanteras são apenas alguns dos perigos nesse esporte. Ao contrário do mergulho em mar aberto, em caso de problemas não é só ir á superfície para respirar, em uma dessas daria de cabeça com alguma pedra. Mesmo o mergulhador sendo experiente, o esporte é arriscado… a maioria das vítimas estavam acompanhadas de instrutores e mergulhadores profissionais (ou era um deles).

5 - Tourada : Imagina tomar um belo pisão ou um coice de um bicho de 850kg no meio do crânio ? Pode ter certeza que o próximo passo é no MÍNIMO uma ambulância. Mesmo usando protetores maxilares e cranianos, as lesões na cabeça e no cérebro podem ser sérias.
O Grito (pintura)

O Grito (no original Skrik) é uma série de quatro pinturas do norueguês Edvard Munch, a mais célebre das quais datada de 1893. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O plano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-Sol. O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona Lisa de Leonardo da Vinci.

A série tem quatro pinturas conhecidas: duas na posse do Museu Munch, em Oslo, outra na Galeria Nacional de Oslo e outra em coleção particular  . Em 2012, esta última tornou-se a pintura mais cara da história a ser arrematada, num leilão, por 119,9 milhões de dólares.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Olá Professor De Informatica Meu Grupo é Marcos e Antonio E nosso Site é De Musicas

                       Ho Hey
                      The Lumineers

I've been trying to do it right
I've been living a lonely life
I've been sleepin here instead
I've been sleepin in my bed
Sleepin in my bed

So show me family
All the blood that I will bleed
I don't know where I belong
I don't know where I went wrong
But I can write a song

I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet

I don't think you're right for him
Think of what it might have been if we
Took a bus to chinatown
I'd be standin on canal and bowery
And she'd be standin next to me

I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart

Love we need it now
Let's hope for some
Cause oh, we're bleedin out

I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet

Tradução

Eu tenho tentado fazer certo
Eu tenho vivido uma vida solitária
Eu tenho dormido aqui as vezes
Eu tenho dormido na minha cama
Dormindo na minha cama

Então me mostre família
Todo sangue que eu irei sangrar
Eu não sei aonde pertenço
Eu não sei aonde eu errei
Mas eu posso escrever uma canção

Eu pertenço a você, você pertence a mim
Você é minha amada
Eu pertenço a você, você pertence a mim
Você é meu doce

Não acho que você é certa para ele
Pense no que poderia ter sido se
Pegou um ônibus para Chinatown
Eu estaria no canal e Bowery
E ela estaria do meu lado

Eu pertenço a você, você pertence a mim
Você é minha amada
Eu pertenço a você, você pertence a mim
Você é minha amada

Amor nós precisamos disso agora
Vamos esperar por algum
Porque oh, nós estamos sangrando

Eu pertenço a você, você pertence a mim
Você é minha amada
Eu pertenço a você, você pertence a mim
Você é meu doce